Este texto reúne reflexões sobre o período inicial da pandemia de covid-19 em 2020 e 2021. Recomendações de saúde devem considerar o contexto e as orientações atuais.
Cuidado com a saúde é prioridade
Certamente, o maior aprendizado foi quanto à saúde. Pudemos ver o quanto é importante investir nesse setor para evitar colapsos como ocorreu em diversos locais. As pessoas perceberam que ter um plano de saúde pode fazer a diferença. Ainda mais porque os problemas de saúde não deixaram de existir por conta da Covid-19. Por estes motivos, os cuidados com a saúde não devem ser vistos como gastos, mas sim, como uma necessidade.
A pandemia também ensinou que o cuidado preventivo com a saúde é importante. Casos graves de Covid-19 acometeram pessoas que já tinham comorbidades. Hipertensão, diabetes, obesidade são apenas alguns dos problemas que pioraram o quadro de saúde dos pacientes. E isso não tem relação apenas com a Covid-19.
Pessoas que apresentam doenças prévias e crônicas têm mais chances de adoecer não só por conta deste vírus. Por isso, um dos ensinamentos da pandemia foi a importância do cuidado preventivo. Quem tem tendência a problemas de saúde desse tipo deve cuidar da alimentação diariamente. Além disso, visitar o médico periodicamente e praticar atividade física faz toda a diferença para uma vida mais saudável.
Saúde mental é tão importante quanto saúde física
Outro assunto que esteve e ainda permanece em voga é a questão da saúde mental. O isolamento social trouxe bastante desgaste emocional. E isso nos fez perceber que cuidar da mente não é um capricho. Com a pandemia, aumentou muito o número de pessoas que sofrem de ansiedade e depressão.
E, claro, isso afeta diretamente a qualidade de vida. Por isso, vale a pena investir em cuidados como terapia, meditação e ioga, por exemplo. Também é importante dedicar uma parte do dia para fazer atividades que dão prazer, como leitura, filmes, pintura, cerâmica, culinária, tocar um instrumento musical ou fazer um curso de aperfeiçoamento (existem diversos cursos EAD gratuitos disponíveis na web).
Planejamento financeiro também salva vidas
Reservas podem ajudar a enfrentar imprevistos, mas condições de renda e trabalho variam. Planejamento não garante proteção financeira nem deve ser usado para responsabilizar famílias por dificuldades na crise.
E quem não tinha como hábito o planejamento financeiro pode começar a partir de agora. Uma ideia é organizar uma planilha com itens do orçamento. Em uma coluna devem ser colocados os ganhos mensais com salário ou outras fontes de renda. Na segunda coluna são colocados os gastos fixos, aqueles que ocorrem todo mês. É o caso do aluguel, prestação, conta de luz etc. A partir disso, é possível organizar o que entra, o que sai e o que sobra para outras necessidades da família.
Viver o presente
A pandemia fez com que coisas simples começassem a ser mais valorizadas. A necessidade de quarentena, isolamento ou lockdown fez vários planos serem adiados. E muitas coisas ficaram supérfluas diante da necessidade de proteger a vida.
Por isso, atividades simples, como um passeio ao ar livre, passaram a ser valorizadas. Estar com a natureza, aliás, também é uma forma de cuidar da saúde.
Sem dúvida, viver o presente com mais atenção tem sido um dos maiores aprendizados que a pandemia trouxe.
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Para continuar a leitura sobre este tema, consulte Pandemia expõe a péssima qualidade de vida dos brasileiros e Seguro de Vida Familiar.
